| maio , 27 , 2020

Templos religiosos abrem no Rio a obedecer regras e normas



O vereador João Mendes de Jesus disse hoje que o decreto assinado pelo prefeito Marcelo Crivella, no dia 25 de maio, que autoriza oficialmente a abertura de templos e igrejas apenas ratifica a circulação de fiéis, pois as igrejas nunca estiveram fechadas, bem como impõe regras e normas para que as pessoas tomem todos os cuidados necessários para que se possa combater a Covid-19 (novo coronavírus) de forma assertiva, precavida e responsável.

O decreto assinado pelo prefeito é, na verdade, um conjunto de recomendações para que haja segurança para que as pessoas possam participar dos cultos de todas as religiões e crenças, assim como estabelece parâmetros a serem observados e cumpridos pelas lideranças religiosas e fiéis.

Além disso, as medidas constantes do decreto, que foi publicado no Diário Oficial, determinam que os membros das igrejas mais vulneráveis ao novo coronavírus, a exemplo de portadores de diabetes, pressão alta, obesidade, cardíacos e câncer, dentre outras enfermidades, devem evitar participar de cultos e outras liturgias. As medidas também se estendem aos rituais e cultos realizados fora dos templos.

“Os templos nunca fecharam. Na verdade, sempre cumpriram com as regras, para que as pessoas possam participar de suas atividades religiosas. Entretanto, somente agora a abertura das igrejas se torna oficial por meio de decreto, fator este que causa segurança jurídica aos fiéis e às lideranças religiosas. Em contrapartida, as igrejas obedecerão as regras estabelecidas pelo poder público por intermédio das autoridades políticas e da área de saúde” — afirma João Mendes de Jesus.

O parlamentar informou ainda que o decreto determina que os templos de todas as denominações tem a obrigatoriedade de dispor de álcool gel 70% ao público, bem como as pessoas farão o distanciamento mínimo de dois metros, além de usarem máscaras e não ser permitido aglomeração tanto nas igrejas quanto em seus arredores, de forma que o distanciamento obrigatório não seja violado.

“Os templos abrem, mas as pessoas, os fiéis tem também de ter a consciência e a sensatez de evitar contato físico. Fazer o distanciamento de dois metros é importante e essencial. As igrejas efetivarão o distanciamento dos assentos para que as pessoas não fiquem próximas. Obedecer as regras e as normas significa cidadania e amor ao próximo. As igrejas oficialmente abrem, mas todos estão cientes quanto a seguir as regras e as normas” — conclui João Mendes de Jesus.



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