| maio , 28 , 2020

João Mendes diz que ataques de Paes a Crivella são eleitoreiros e não refletem a verdade



O vereador João Mendes de Jesus (Republicanos) rebateu hoje os ataques do ex-prefeito Eduardo Paes (DEM) ao prefeito Marcelo Crivella, ao ofendê-lo por chamá-lo de “mentiroso” e “incompetente”, dentre outros insultos.
 
Os ataques de Paes ocorreram ontem, na coluna “Informe do Dia”, do jornal “O Dia”. Paes alega que deixou legado e R$ 500 milhões nos cofres públicos no fim de seu mandato de prefeito, mas o vereador João Mendes afirma que o legado é um monte de dívidas, que tiveram de ser pagas ano a ano a inúmeros fornecedores, bem como setores da Prefeitura tiveram seus recursos diminuídos, pois destinados a cobrir rombos fiscais e financeiros, além de a administração Crivella assumir a Prefeitura diante da maior crise econômica dos últimos 40 anos no Brasil.
 
“O pré-candidato do DEM deve estar desesperado, pois a resiliência e a dedicação do prefeito Crivella para pôr a casa em ordem, ano a ano de seu mandato, fez com que a Prefeitura melhorasse suas condições financeiras e, com efeito, pagar os servidores, atender às demandas da saúde, educação, infraestrutura e agora o combate à Covid-19, ao Coronavírus, que tem sido feito de maneira responsável, inclusive a serem disponibilizados nos hospitais da rede pública e nos hospitais de campanha materiais, instrumentos, equipamentos e insumos para que os profissionais de saúde possam trabalhar com qualidade e atender com assertividade os pacientes” – afirma João Mendes.
 
O parlamentar disse ainda que Eduardo Paes se torna agressivo porque percebeu que grande parte da população carioca sabe que a administração Crivella faz um trabalho de formiguinha, sem parar, e sempre voltado às causas sociais, assim como “o povo carioca sabe disso”.
 
Herança maldita – Perguntado se o Paes sente insegurança quanto à sua pré-candidatura, João Mendes disse acreditar que sim, ainda mais que a herança que Paes deixou para o Crivella se tornou maldita, porque ao assumir a Prefeitura em 2017, o atual prefeito teve de efetivar um forte contingenciamento de recursos, que objetivou fazer caixa e, consequentemente, pagar as dívidas e dar início aos investimentos na cidade do Rio.
 
“São muito estranhos esses ataques do Eduardo Paes em um momento que a administração Crivella está a lutar, e irá conseguir, fazer com que a curva do novo coronavírus comece a descer após chegar ao seu pico, como aconteceu e acontece no mundo. A agressividade do Paes contra o Crivella significa o seguinte: as pessoas atiram pedras em árvores que dão frutos. A administração Crivella dá frutos e luta para melhorar as condições de vida do povo carioca” – afirma João Mendes.
 
Por sua vez, o político republicano lembrou que, além do contingenciamento no orçamento em 2017, a fim de garantir o bloqueio das dotações orçamentárias para assegurar o equilíbrio das contas públicas e depois poder disponibilizar os recursos, Crivella teve ainda de retirar muitos esqueletos do armário, como afirma o vereador João Mendes de Jesus:
 
“A herança deixada pelo governo anterior a Crivella foi dura de administrar. Em 2017, por exemplo, tínhamos 350 mil desempregados, uma dívida de R$ 10 bilhões, além da arrecadação da Prefeitura ter caído, bem como o falado legado olímpico, e não se trata apenas de equipamentos esportivos, deixou os cofres da Prefeitura em situação muito difícil, pois não basta apenas construir, tem de também haver manutenção diária e pagar muitos funcionários” – explica João Mendes.
 
Previ-Rio – O vereador lembrou ainda dos graves problemas do Instituto de Previdência e Assistência do Município do Rio de Janeiro (Previ-rio), que, de acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), houve:
“Deterioração da disponibilidade dos fundos administrados pelo Previ-Rio ao longo da última década, que colocou o sistema previdenciário e assistencial dos servidores do município em xeque”.
 
“Como deu dor de cabeça essa má herança do governo Paes ao prefeito Crivella e sua equipe de técnicos. E sabe por quê? Porque, conforme a FGV, o Fundo Especial de Previdência (Funprevi) teve seus recursos financeiros ao longo do tempo radicalmente diminuidos, com uma perda que chegou a 83% entre 2011 e 2016. E tudo isso teve de ser equacionado para que os servidores não fossem duramente prejudicados” – ressalta João Mendes, para logo concluir:
 
“E aí temos o pré-candidato Eduardo Paes a cometer insultos eleitoreiros, injustificados e sem sentido contra o prefeito Crivella, como se nada de ruim tivesse acontecido em seu governo, que deixou várias heranças malditas”


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