Publicado em: 26/ fev/ 2025
João Mendes participa de reunião promovida pelo Instituto Caffa com mães de pessoas com TEA

O secretário especial de Inclusão da Prefeitura do Rio de Janeiro, João Mendes de Jesus, participou ontem (25/02), às 10h, em Guaratiba, Zona Oeste do Rio, de encontro com mães atípicas de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). A reunião foi organizada pelo Centro de Apoio a Famílias Atípicas (Cafaa) e foi coordenada pela diretora Sheila Leal.
Participaram do evento, além do secretário João Mendes e sua equipe, inúmeros profissionais e voluntários de diversas áreas, a exemplo de psicólogos, assistentes sociais e as próprias mães atípicas, que contaram sobre as experiências das rotinas de suas vidas, assim como reivindicaram ações governamentais e demandas quanto ao atendimento em saúde, educação e relações interpessoais, no sentido de haver mais inclusão para as pessoas com TEA.
O Centro de Apoio a Famílias Atípicas (CAFAA) mantém relações com universidades, escolas, unidades importantes de Saúde, além de outros órgãos públicos e privados que possam cooperar para que as famílias atípicas e as pessoas com TEA possam ter um melhor atendimento por parte dos profissionais de inúmeras áreas, além de realizar atos e ações que otimizem a inclusão social das pessoas com TEA.
“A reunião foi muito proveitosa, conheci profissionais dedicados e que se empenham para que principalmente as mães de famílias atípicas possam ter um suporte para criar e cuidar de seus filhos. A Secretaria de Inclusão visa apoiar as mães atípicas, informar sobre seus direitos junto ao poder público, para que elas possam ter uma melhor qualidade de vida e que seus filhos sejam tratados com respeito e dignidade. A SEI está a cada dia a se preparar para assumir suas responsabilidades e, consequentemente, lutar para melhorar o dia a dia das famílias atípicas” — afirma João Mendes de Jesus.
Durante o encontro, as mães atípicas falaram de seus problemas e que esperam do poder público e da sociedade, com o fim de preconceitos e de tratamentos não condizentes com que se espera por parte de todos no sentido de as pessoas com TEA sejam melhor compreendidas e tratadas com o respeito merecido. As mães, por fim, falaram sobre as necessidades das famílias e pediram mais apoio e assistência às escolas que recebem seus filhos.
