Publicado em: 03/ jul/ 2024

João Mendes acompanha prefeito Paes em anúncio de abertura da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro

O secretário especial de Inclusão (SEI), João Mendes de Jesus, participou, na manhã desta quarta-feira, na sede da Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ), no Centro da cidade, de evento em que o prefeito Eduardo Paes anunciou a abertura da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro (BVRJ), que tem previsão para ser instalada no segundo semestre de 2025.

De acordo com João Mendes, o prefeito Eduardo Paes está a trabalhar para recuperar o quanto antes a economia da cidade do Rio de Janeiro, de maneira que instalar novamente uma bolsa de valores no Rio irá propiciar maior competição no setor, que atualmente se reduz à antiga Bolsa de Valores de São Paulo, a única do País a funcionar e que passou a ser chamada de B3.

Além de movimentar a economia, a futura Bolsa do Rio terá como importante propósito baratear o mercado de capitais, como disse o prefeito no decorrer do evento, bem como também afirmou o presidente da Americas Trade Group (ATG), Cláudio Pracownik. O executivo enfatizou ainda que a ATG luta há mais de dez anos para se instalar e funcionar, bem como sua intenção é concorrer com a Bolsa de São Paulo e, com efeito, propiciar uma maior sensação de segurança em termos nacionais e internacionais, pois o Brasil terá a funcionar duas bolsas de valores.

“Parabenizo o prefeito Eduardo Paes e todos os setores envolvidos para que este importante evento ocorresse, porque todos queremos que a cidade do Rio de Janeiro volte a ser sede de uma bolsa de valores. Também quero parabenizar a ATG, na pessoa de Cláudio Pracownik, além do presidente da ACRJ, Josier Vilar, e do meu prezado vereador Carlo Caiado, presidente da Câmara Municipal, que trabalhou a favor do Projeto de Lei nº 3276/2024, de autoria da Prefeitura, e aprovado pela Câmara por larga maioria” — afirma João Mendes de Jesus.

História — A Bolsa de Valores do Rio de Janeiro, uma das bolsas mais antigas do País, foi inaugurada em 1820, nos tempos do Brasil Império. Seu último pregão aconteceu em 2000, e em 2022 a antiga BVRJ foi incorporada pela Bolsa de Valores de São Paulo. A incorporação resultou na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), que gerou a criação da atual B3.