Publicado em: 27/ abr/ 2023
João Mendes apoia concessão da Feira de São Cristóvão mediante preservação da cultura nordestina

O vereador João Mendes de Jesus (Republicanos) declarou hoje, na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, acredita que a concessão para a iniciativa privada do Centro Luiz Gonzaga de Tradições Nordestinas, conhecido também como Feira de São Cristóvão, promoverá a melhoria do estabelecimento no que concerne à infraestrutura do local, a incluir também o estacionamento e a praça próximos ao pavilhão da feira.
A Prefeitura lançou recentemente um edital de concessão, cuja licitação está marcada para o dia 25 de maio. O interassado que vencer o certame terá de investir R$ 97 milhões, que visam reformas e modernização de um local tradicional da cidade e que expressa as tradições e culturas do povo nordestino, que mora no Rio de Janeiro há muitas décadas.
“Sou favorável à concessão do espaço, com a obrigação de investir quase R$ 100 milhões, sendo que investimentos que poderão no futuro aumentar, pois a via é dinâmica. Além disso, a Prefeitura tem de exigir a manutenção das tradições nordestinas, exemplificadas em música, gastronomia, danças, pinturas, artesanatos, roupas, enfim, preservar a cultura imensa de pessoas que vieram há décadas para o Rio e que nasceram em uma região que tem nove estados, todos belíssimos e que possuem economias fortes e diversificadas” — diz João Mendes de Jesus.
O parlamentar afirmou ainda que a Prefeitura tem a obrigação de garantir a preservação social e cultural da Feira e São Cristóvão e que o vencedor da licitação tenha a consciência de que fazer negócios não se resume a apenas ganhar dinheiro, mas também compreender que as tradições e a cultura de um povo, que desde 1982 está presente no Centro de Tradições Nordestinas, têm de ser obrigatoriamente mantidas e preservadas.
João Mendes não esqueceu dos direitos dos comerciantes, e concluiu: “Quem vencer a licitação será o gestor da Feira de São Cristóvão por 35 anos. Os comerciantes que estão há tempos no local, evidentemente, terão a prioridade, pois, do contrário, seria injusto, bem como não teria sentido prejudicar àqueles que na Feira se estabeleceram para ganhar a vida”.
