Publicado em: 16/ maio/ 2022

João Mendes diz que mortes no trânsito é tragédia e que Maio Amarelo é alerta contra grave situação.

O vereador João Mendes de Jesus (Republicanos) afirmou hoje, na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, que a campanha Maio Amarelo, que visa conscientizar para um trânsito mais seguro e, com efeito, fazer com que os números e índices de acidentes, de feridos e de mortes diminuam no Brasil, em especial no Rio de Janeiro.

Em 2021, aconteceram 11.647 mortes no trânsito em todo o Brasil, o que sinaliza que diariamente 32 pessoas morreram por causa de acidentes. No total foram registrados 632.764 acidentes, o que equivale a 72 incidentes por hora no País.

“Os índices de mortes e acidentados, além dos feridos, que acontecem no País e no Rio são piores e maiores do que uma guerra entre países. A conscientização da população é essencial para que esses trágicos números sejam diminuídos. O Maio Amarelo, uma decisão da ONU, tem a nobre finalidade de conscientizar as pessoas para um trânsito mais seguro por meio da prevenção e cuidados no trânsito” — diz João Mendes de Jesus.

A campanha Maio Amarelo tem por propósito alertar e conscientizar as pessoas para a violência no trânsito em todo o País. O Observatório Nacional de Segurança Viária criou a campanha de mobilização social para desenvolver ações coordenadas, de forma que a sociedade civil e os governos criem soluções efetivas para que as mortes e as lesões que vitimizam as pessoas sejam realmente bastante diminuídas.

“Os carioca e brasileiros não podem continuar com suas irresponsabilidades e serem responsáveis por uma guerra sangrenta, que é o trânsito violento nas ruas. São dezenas de milhares de mortes por ano e um número muito maior ainda de pessoas com lesões graves, que, além de causar profundas dores às famílias, causam ainda injustificados prejuízos financeiros e econômicos à sociedade. A mobilização Maio Amarelo conscientiza sobre tudo isso; e nós temos que, como cidadãos, sermos obrigatoriamente responsáveis para o bem de todos” — conclui João Mendes de Jesus.