Publicado em: 21/ ago/ 2023

João Mendes homenageia com Louvor e Aplausos a Associação Advocacia Preta Carioca (APC)

Advogados membros da Associação Advocacia Preta Carioca (APC) foram homenageados hoje, no plenário da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, com Moções de Louvor e Aplausos pelos relevantes serviços prestados ao povo da capital carioca, que, por intermédio do vereador João Mendes de Jesus (Republicanos), reconhece a dedicação da APC em fazer do Direito um instrumento de cidadania e também de inclusão social e profissional.

A APC também se empenha para que a população e os próprios advogados e advogadas pretos, que trabalham diuturnamente para serem incluídos nas esferas de poder e trabalho na OAB, nos tribunais, nas esferas públicas e privadas sejam respeitados e que acessem seus espaços, de forma a seguir as determinações da Constituição de 1988, que dispõe sobre igualdade étnico-racial, combate ao racismo, igualdade de oportunidades, além de evidentemente o respeito a todos os direitos que constam na Carta Magna.

“A APC me orgulha e me honra neste momento e quero agradecer à sua diretoria na nobre pessoa de Angela Kimbangu por trabalhar em prol da sociedade carioca, sempre a ter a inclusão e a igualdade como foco de desenvolvimento social, a atender as pessoas que não tem acesso a advogados, além de lutar incansavelmente pela inclusão dos advogados pretos e pretas em todos os setores da sociedade. Conceder-lhe moções em nome do povo carioca é mais do que justo” — afirma João Mendes de Jesus.

Inclusão — Já a advogada Angela Kimbangu, presidente da APC, disse que a “Associação Advocacia Preta Carioca tem como causa a luta antirrascista, a democratização do Direito e, consequentemente, da Justiça, a fim de incluir a população que não tem acesso a advogados em prol de seus direitos e interesses, bem como transformar a realidade, no que concerne ao empoderamento dos profissionais pretos e pretas da advocacia em todos os setores da sociedade organizada”.

A APC completou um ano de existência e de lutas, sendo que mantém, diuturnamente, o diálogo com a OAB nacional e do Rio de Janeiro, com o propósito de inserir os advogados pretos e as advogadas pretas no contexto de poder dentro da OAB e também nas relações institucionais com os poderes públicos de Judiciário, Executivo, Legislativo, Ministério Público, polícias e, principalmente, com a sociedade civil, razão da existência do Estado e das autoridades, que chefiam, administram e coordenam os poderes constituídos.

“Razões como o estado de direito, a democracia, a diversidade, a idade, os gêneros e as religiões são assuntos absolutos para os advogados e advogadas associados à APC, assim como para todos os profissionais do Direito que componham com os princípios e os valores de um grupo valoroso de advogados, que luta para que o Direito seja democratizado para a sociedade civil, assim como para os advogados pretos e advogadas pretas, no sentido em que todos sejam incluídos institucionalmente em razão de suas atividades e acolhidos pela população, que é a referência maior dessa importante associação” — conclui João Mendes de Jesus.

Compuseram a Mesa Diretora do evento, além do vereador João Mendes de Jesus, que presidiu a solenidade, a advogada Angela Kimbangu, presidente da Associação Advocacia Preta Carioca (APC); a desembargadora aposentada Ivone Ferreira Caetano do TJRJ e madrinha da APC; Doutor Maurício Caetano, padrinho da APC; Dra. Ana Teresa Basília, vice-presidente da OAB-RJ; Dr. Joelson Santiago, coordenador da Educafro Rio; e Dra. Márcia Emerentina, diretora jurídica da APC.

Participaram do evento cerca de 200 pessoas, entre autoridades, membros da APC e convidados, que ouviram discursos e depois canções, bem como o Hino Nacional e o da Cidade do Rio de Janeiro (Cidade Maravilhosa). Logo ao término da sessão solene foi oferecido um buquê de flores pelo doutor Thiago Fidélis à presidente da APC, Angela Kimbangu, que no final elogiou o evento e fez agradecimentos ao vereador João Mendes e a todos os componentes da Mesa e aos presentes no plenário da Câmara.